Aeroporto da Pampulha pode ter capacidade ampliada

Segunda, 10 Agosto 2015 09:25

O aeroporto de Confins tem capacidade para receber 10 milhões de passageiros por ano, mas recebeu quase 11 milhões no ano passado. Já o aeroporto da Pampulha tem capacidade para 2,2 milhões, mas tem operado com 945 mil, ou seja, menos da metade.

 

Nesta terça, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) se reúne com representantes do governo de Minas Gerais para apresentar estudos de viabilidade para ampliar o uso da Pampulha. “Já temos uma prévia desses estudos e vamos apresentar ao Estado uma proposta de mudança do perfil operacional do aeroportos”, afirma o diretor de aeroportos da Infraero, Marçal Rodrigues Goulart.

 

Pouco tempo depois que os voos foram transferidos para Confins, em 2007, o Departamento de Aviação Civil (DAC) definiu que só pousariam na Pampulha aeronaves com até 50 lugares. Porém, desde 2010 já não existe nenhuma restrição. “Não trabalhamos especificamente com número de assentos, o que buscamos é articular com o governo autorização para trabalharmos com aeronaves mais modernas, que trarão mais robustez ao aeroporto”, diz.

 

Atualmente, apenas a Azul e a Passaredo operam na Pampulha, com modelos que comportam entre 60 e 70 passageiros. Os estudos, que começarão a ser apresentados nesta terça, mostrarão aos órgãos ambientais que é possível usar aeronaves que possam transportar entre 120 e 180 passageiros. “Pampulha é extremamente atraente e está em uma área central, assim como Congonhas. Queremos trazer de lá informações técnicas para que possamos evoluir de maneira parecida”, explica Goulart.

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais, Altamir Rôso, afirma que, considerando todas as licenças ambientais necessárias e as normas técnicas existentes, é possível aumentar o número de passageiros na Pampulha, que está subutilizado. “Pampulha induz o desenvolvimento na medida em que permite a empresários, investidores e trabalhadores de empresas mineiras viajarem para outras capitais, indo e voltando no mesmo dia. Esses voos são importantes, mas entendemos como mais relevante o retorno de linhas que ligam Belo Horizonte ao interior, que hoje são operadas em Confins”, destaca Rôso.

 

Fonte: O Tempo

 

Última modificação em Segunda, 10 Agosto 2015 19:47
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